29 Melhores Parques e Jardins de Lisboa

Estufa Fria | Melhores parques e jardins de Lisboa
Estufa Fria | Melhores parques e jardins de Lisboa

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Lisboa é uma cidade de muitos encantos, entre os quais não posso deixar de referir os verdadeiros oásis urbanos que são os seus parques e jardins. Desde recantos românticos até vastos jardins botânicos, a cidade apresenta uma notável diversidade de espaços verdes, entre os quais são mais emblemáticos o Jardim da Estrela, o Parque Eduardo VII, os Jardins da Gulbenkian, ou o Parque Florestal de Monsanto.

Mas existem muito outros! Neste artigo vou apresentar-te 29 parques e jardins de Lisboa, todos eles com fotos a acompanhar, para que possas decidir se vale a pena visita-los ou não.

Os meus preferidos? O Jardim Botânico Tropical, em Belém, o Jardim da Estrela, e os jardins do Palácio Marquês Fronteira.

Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira

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Jardim da Estrela
Jardim da Estrela

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29 Melhores parques e Jardins de Lisboa

Mapa com os melhores parques e jardins de Lisboa

1. Jardim Botânico Tropical

O Jardim Botânico Tropical, situado em Belém, é um dos espaços verdes mais exóticos de Lisboa. Criado em 1906, este jardim foi inicialmente concebido para estudar espécies oriundas das antigas colónias portuguesas, e por isso apresenta uma impressionante diversidade de plantas tropicais e subtropicais. Ao passear pelos seus caminhos, é possível encontrar palmeiras majestosas, bambuzais e árvores raras que transportam os visitantes para ambientes distantes, num cenário que combina ciência, história e natureza.

Além da sua flora, o Jardim Botânico Tropical é um verdadeiro refúgio cultural. O espaço está repleto de lagos com nenúfares, esculturas de inspiração colonial e pequenos edifícios históricos, que remetem para a sua ligação ao antigo império português. É também um lugar ideal para momentos de tranquilidade, longe da azáfama da cidade, sendo um destino perfeito para famílias, estudantes ou amantes de botânica. Situado junto ao Mosteiro dos Jerónimos, é uma paragem obrigatória para quem deseja conhecer uma Lisboa mais verde.

Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém
Jardim Botânico Tropical de Belém

2. Jardim Botânico da Ajuda

O Jardim Botânico da Ajuda é o mais antigo jardim botânico de Portugal, mandado criar no século XVIII para servir a instrução científica da corte instalada no Palácio da Ajuda. Organizado em socalcos, apresenta canteiros geométricos, fontes e um notável património arbóreo, com exemplares centenários que testemunham mais de dois séculos de aclimatação de espécies de todo o mundo. A combinação entre desenho clássico, coleção botânica e a proximidade do antigo complexo real dá ao espaço um carácter único, onde história e ciência se cruzam em pleno.

Para o visitante, o jardim é um convite à contemplação. Dos patamares superiores, abrem‑se miradouros com vistas amplas sobre a frente ribeirinha e a Ponte 25 de Abril; nos percursos, sucedem‑se aromas do jardim de aromáticas, sebes cuidadosamente talhadas e sombras generosas para uma pausa tranquila. É um ótimo local para famílias e curiosos da botânica, com painéis informativos que ajudam a reconhecer espécies e a perceber a sua origem. Na primavera, a floração dá-lhe um colorido especial, mas ao longo de todo o ano encontra-se um refúgio sereno, ideal para fotografar, ler ou simplesmente abrandar o ritmo.

Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico da Ajuda

3. Parque Florestal de Monsanto

O Parque Florestal de Monsanto é o “pulmão verde” de Lisboa: uma vasta mancha florestal que se estende por centenas de hectares, cobrindo colinas, vales e miradouros com vistas amplas sobre o Tejo e a cidade. Caminhar por Monsanto é passar por sobreiros, pinheiros‑mansos e acácias, ouvir aves residentes e sentir o ritmo desacelerado da natureza a poucos minutos do centro urbano. Os diversos trilhos pedestres e de BTT, alguns sinalizados, permitem escolher entre passeios tranquilos e percursos mais desafiantes, sempre com trechos de sombra e clareiras soalheiras.

Para quem visita em família, o parque oferece várias áreas de lazer bem equipadas, como o Parque Recreativo do Alvito e o Parque do Calhau, com zonas de piquenique, parques infantis e espaços para jogos. Ao longo do parque, surgem miradouros icónicos — como o do Panorâmico de Monsanto — e prados ideais para estender a manta e apreciar o pôr do sol. Além disso, o Corredor Verde de Monsanto liga o parque ao coração da cidade, facilitando o acesso a pé ou de bicicleta. É um lugar versátil: serve tanto para treino ao ar livre como para desligar do quotidiano, respirar fundo e redescobrir Lisboa em modo natureza.

Jardim dos Montes Claros

Jardim de Montes Claros
Jardim de Montes Claros
Jardim de Montes Claros
Jardim de Montes Claros
Jardim de Montes Claros
Jardim de Montes Claros
Jardim de Montes Claros
Jardim de Montes Claros
Jardim de Montes Claros
Jardim de Montes Claros

Parque de Merendas do Moinho do Penedo

Parque de Merendas do Moinho do Penedo
Parque de Merendas do Moinho do Penedo
Parque de Merendas do Moinho do Penedo
Parque de Merendas do Moinho do Penedo
Parque de Merendas do Moinho do Penedo
Parque de Merendas do Moinho do Penedo

Anfiteatro-Jardim Keil do Amaral

Anfiteatro Keil do Amaral
Anfiteatro Keil do Amaral
Anfiteatro Keil do Amaral
Anfiteatro Keil do Amaral
Anfiteatro Keil do Amaral
Anfiteatro Keil do Amaral
Anfiteatro Keil do Amaral
Anfiteatro Keil do Amaral

Parque Recreativo do Alvito

Parque Recreativo do Alvito
Parque Recreativo do Alvito
Parque Recreativo do Alvito
Parque Recreativo do Alvito
Parque Recreativo do Alvito
Parque Recreativo do Alvito
Parque Recreativo do Alvito
Parque Recreativo do Alvito
Parque Recreativo do Alvito
Parque Recreativo do Alvito

Panorâmico de Monsanto

Panorâmico de Monsanto
Panorâmico de Monsanto
Panorâmico de Monsanto
Panorâmico de Monsanto
Panorâmico de Monsanto
Panorâmico de Monsanto
Panorâmico de Monsanto
Panorâmico de Monsanto
Panorâmico de Monsanto
Panorâmico de Monsanto
Panorâmico de Monsanto
Panorâmico de Monsanto

Parque Urbano do Alto da Serafina

Parque Urbano do Alto da Serafina
Parque Urbano do Alto da Serafina
Parque Urbano do Alto da Serafina
Parque Urbano do Alto da Serafina
Parque Urbano do Alto da Serafina
Parque Urbano do Alto da Serafina
Parque Urbano do Alto da Serafina
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Parque Urbano do Alto da Serafina
Parque Urbano do Alto da Serafina
Parque Urbano do Alto da Serafina
Parque Urbano do Alto da Serafina

Centro de Interpretação de Monsanto

Centro de Interpretação de Monsanto
Centro de Interpretação de Monsanto
Centro de Interpretação de Monsanto
Centro de Interpretação de Monsanto
Centro de Interpretação de Monsanto
Centro de Interpretação de Monsanto
Centro de Interpretação de Monsanto
Centro de Interpretação de Monsanto
Centro de Interpretação de Monsanto
Centro de Interpretação de Monsanto

4. Jardins do Palácio Marquês Fronteira

Os Jardins do Palácio Marquês de Fronteira, em Benfica, são um dos mais belos exemplos de jardim formal barroco em Portugal. Dispostos em patamares, combinam parterres desenhados, sebes aparadas, fontes e um grande lago central ornamentado com esculturas. O conjunto é enriquecido por painéis de azulejos setecentistas que revestem muros e galerias, representando cenas mitológicas, alegorias e motivos campestres, criando um cenário onde a arte dialoga com a natureza.

Passear por estes jardins é descobrir recantos surpreendentes: a célebre Galeria dos Reis com bustos alinhados, escadarias cobertas de azulejo, limoeiros em vasos e miradouros com vista para o lago e para as copas das árvores. Em dias de luz suave, os reflexos da água e das cerâmicas dão ao espaço uma atmosfera intimista e fotogénica. É um refúgio elegante para uma pausa tranquila, a poucos minutos da azáfama urbana.

Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira
Jardins do Palácio Marquês Fronteira

5. Parque Silva Porto

O Parque Silva Porto — frequentemente chamado de Mata de Benfica — ocupa cerca de cinco hectares na freguesia de Benfica, Lisboa. Originou‑se em 1880 como um bosque privado da Quinta da Feiteira e foi oferecido à Câmara Municipal em 1911 por César Augusto de Figueiredo, com a condição de ser aberto ao público. Foi batizado em homenagem ao pintor António da Silva Porto, cujo busto, esculpido por Costa Motta (sobrinho), se encontra junto à entrada do parque.

Este espaço verde reúne uma riqueza botânica surpreendente: são identificadas cerca de 22 espécies diferentes de árvores e arbustos, incluindo cedro-do-buçaco, eucalipto, cipreste, pinheiros (manso e de alepo), carvalho e sobreiro. O parque inclui ainda um lago tranquilo, parque infantil acessível, espaço de merendas, parque aventura e campos de padel, oferecendo um ambiente versátil para famílias e para atividades ao ar livre.

Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto
Parque Silva Porto

6. Jardim do Palácio Beau-Séjour

O Jardim do Palácio Beau‑Séjour, em São Domingos de Benfica, é um esplêndido exemplo de jardim romântico oitocentista que acompanha o Palácio do mesmo nome, mandado construir em 1849 pela Viscondessa da Regaleira e remodelado pelo Barão da Glória em 1859. Este jardim apresenta um desenho informal, com trajetos sinuosos entre árvores densas e arbustos, áreas arredondadas, um lago e pequenas ilhas conectadas por pontes metálicas que conferem um ambiente exótico e poético. Faz jus ao estilo romântico francês.

Jardim do Palácio Beau Séjour
Jardim do Palácio Beau Séjour
Jardim do Palácio Beau Séjour
Jardim do Palácio Beau Séjour
Jardim do Palácio Beau Séjour
Jardim do Palácio Beau Séjour
Jardim do Palácio Beau Séjour
Jardim do Palácio Beau Séjour

7. Parque Bensaúde

Parque Bensaúde, localizado em São Domingos de Benfica, é um agradável espaço verde urbano com cerca de 3,5–4 hectares, implantado numa antiga quinta do século XVII, conhecida como Quinta de Santo António das Frechas. A sua vegetação destaca-se pela presença do maior e mais antigo sobreiro de Lisboa, ladeado por uma característica alameda de plátanos, ambos elementos que conferem identidade botânica e sombra generosa ao parque . No interior, desenham-se plataformas neoclássicas, escadarias e um elegante pavilhão de influência escocesa, que revelam o passado aristocrático do local e oferecem um cenário harmonioso entre arquitetura e natureza.

Hoje em dia, o parque é um espaço polivalente pensado para várias faixas etárias e usos. Paralelamente às áreas de descanso com mesas e bancos de piquenique, existe um quiosque com esplanada e sanitários, bem como equipamentos de manutenção para exercício ao ar livre.

Parque Bensaúde
Parque Bensaúde
Parque Bensaúde
Parque Bensaúde
Parque Bensaúde
Parque Bensaúde

8. Jardim Zoológico de Lisboa

Jardim Zoológico de Lisboa, inaugurado a 28 de maio de 1884, foi o primeiro parque zoológico da Península Ibérica, idealizado por figuras como o dr. Pedro Van der Laan, José Thomaz Sousa Martins e apoiado pelo rei D. Fernando II. Após mudanças de localização, o zoológico fixou-se em 1905 na Quinta das Laranjeiras, em Sete Rios, ocupando cerca de 22 hectares e acolhendo cerca de 2 000 animais de aproximadamente 300 espécies, incluindo mamíferos, aves, répteis e anfíbios.

Este espaço combina biodiversidade com experiências interativas e educativas: destaca-se a Baía dos Golfinhos, onde golfinhos e leões-marinhos realizam espetáculos diários que educam sobre a vida marinha e a conservação. O teleférico panorâmico, instalado em 1994, permite uma volta de 20 minutos por todo o recinto, oferecendo vistas surpreendentes sobre o zoo e a paisagem de Lisboa. Inclui ainda áreas como a Savana Africana, a Floresta Tropical Húmida, a Casa dos Répteis e a Quinta Pedagógica, onde se pode interagir com animais da quinta como porquinhos-da-índia, cabras e aves domesticadas.

Visitei o Jardim Zoológico há vários anos, não tendo por isso fotografias recentes para partilhar. Vale totalmente a pena visitar, no entanto! 😉

9. Jardim Professor Francisco Caldeira Cabral

Jardim Professor Francisco Caldeira Cabral, inaugurado em 2008 por ocasião do centenário do seu ilustre homónimo, está localizado no coração de Telheiras, em Lisboa, junto à entrada da estação de metro. Este jardim moderno presta homenagem a Francisco Caldeira Cabral (1908–1992), um dos primeiros e mais influentes arquitetos paisagistas em Portugal.

Jardim Francisco Caldeira Cabral
Jardim Francisco Caldeira Cabral
Jardim Francisco Caldeira Cabral
Jardim Francisco Caldeira Cabral
Jardim Francisco Caldeira Cabral
Jardim Francisco Caldeira Cabral
Jardim Francisco Caldeira Cabral
Jardim Francisco Caldeira Cabral

10. Parque Botânico do Monteiro-Mor

Parque Botânico do Monteiro‑Mor, localizado na freguesia do Lumiar, ocupa cerca de 11 hectares e faz parte da antiga Quinta do Monteiro‑Mor que encerra os Museus Nacionais do Traje e do Teatro e da Dança. O jardim foi iniciado no século XVIII por Pedro José de Noronha, 3.º Marquês de Angeja, com supervisão do botânico italiano Domenico Vandelli, e foi posteriormente ampliado pelo Duque de Palmela no século XIX, mantendo o traçado romântico e as estruturas terrosas em socalcos, tanques formais e escadarias que ainda hoje se preservam.

A flora do parque é impressionante, com mais de 250 espécies botânicas distribuídas em mata, roseiral, pomar, horta e prados. Destacam-se exemplares notáveis como a Araucaria heterophylla (a primeira plantada em Portugal continental), Sequoia, Ginkgo, Taxodium e dragoeiro, além de um jardim de buxo com roseiral e canteiros ornamentais de amaryllis, hortênsias, lírios e margaridas.

No que respeita à fauna, o parque oferece habitat a uma ampla variedade de aves, entre elas periquitos‑de‑colar e pisco‑de‑peito‑ruivo, e alberga uma colónia de cerca de 200 morcegos‑de‑peluche nos subterrâneos do Palácio Angeja‑Palmela. Também é possível encontrar teiús, geckos, salamandras e diversas espécies de répteis e anfíbios que habitam os corpos de água e a vegetação densa.

Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa
Jardim Botânico Monteiro-Mor em Lisboa

11. Parque da Quinta das Conchas e dos Lilases

Parque da Quinta das Conchas e dos Lilases, situado no Lumiar, é a terceira maior mancha verde de Lisboa, com cerca de 26 hectares — superado apenas por Monsanto e pelo Parque da Bela Vista. O espaço combina a antiga Quinta das Conchas, com extensos relvados pontuados por oliveiras, zambujeiros e eucaliptos — alguns classificados como arvoredo de interesse público — e a Quinta dos Lilases, que inclui uma mansão de estilo colonial com lago e ilhas arborizadas evocando São Tomé e Príncipe.

O parque está estruturado em três zonas distintas: a Nave Central (área de relva ampla ideal para piqueniques, jogos e repouso), a mata densamente arborizada com caminhos sombreados e, na zona norte, a Quinta dos Lilases com a sua mansão, galeria envidraçada de ferro e vidro e um lago decorativo. O parque oferece ainda infraestruturas como café/auditório, restaurante, parque infantil, zona de merendas, circuito para corrida/ciclismo, máquinas de fitness e até uma “Little Free Library” para troca de livros.

Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases
Quinta das Conchas e dos Lilases

12. Parque Oeste

Parque Oeste — oficialmente Parque Vale Grande — é um dos espaços verdes de referência da Alta de Lisboa. Implantado num vale e inaugurado em 2006, resulta de um projeto de arquitetura paisagista contemporânea assinado por Isabel Aguirre Urcola. O desenho aproveita a topografia para criar um grande tapete de relvados, caminhos amplos e um lago central alimentado por uma bacia de retenção de águas pluviais, que permite rega e manutenção sustentável da vegetação. É um parque pensado para o quotidiano: tem circuito de manutenção e equipamentos de fitness, zonas de descanso e um quiosque com esplanada na extremidade nascente. Com cerca de 13 hectares, oferece escala para respirar fundo sem sair do bairro.

Além da função ecológica, o Parque Oeste tem um lado artístico e contemplativo. O percurso circular de cerca de 2,3 km é fácil e convida a caminhadas descontraídas, com frequente observação de patos no lago. Seja para praticar exercício, fazer um piquenique ao pôr do sol ou simplesmente apreciar a paisagem, este parque conjuga bem-estar, arte e natureza no coração do Lumiar/Santa Clara.

Parque Oeste de Lisboa
Parque Oeste de Lisboa
Parque Oeste de Lisboa
Parque Oeste de Lisboa
Parque Oeste de Lisboa
Parque Oeste de Lisboa
Parque Oeste de Lisboa
Parque Oeste de Lisboa

13. Jardim Bordallo Pinheiro

Jardim Bordallo Pinheiro, também conhecido por “Jardim de Buxo”, é um espaço singular situado no Palácio Pimenta (Museu da Cidade), com entrada gratuita e acesso independente do edifício principal. Criado em 2010 pela artista Joana Vasconcelos a convite da Câmara Municipal de Lisboa, o jardim reúne mais de 1 200 esculturas cerâmicas da marca Bordallo Pinheiro, transformando-se numa “exposição viva” onde a arte e a vegetação se fundem de forma surpreendente.

Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro
Jardim Bordallo Pinheiro

14. Jardim Mário Soares no Campo Grande

Jardim Mário Soares — mais conhecido pelos lisboetas como Jardim do Campo Grande — estende‑se ao longo da via do Campo Grande, na freguesia de Alvalade. É o maior jardim do centro de Lisboa, com cerca de 13,4 hectares. O traçado combina longas alamedas, relvados, lagos e património escultórico, incluindo estátuas históricas na extremidade norte.

Para quem visita, há muito para fazer: no lago alugam‑se barcos a remos, há cafés e esplanadas (como a Casa do Lago e o Caleidoscópio), parque infantilcampos de padel e o primeiro recinto de recreio canino vedado da cidade.

Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande
Jardim Mário Soares no Campo Grande

15. Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian

O Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian, também conhecido como Jardim Gulbenkian e anteriormente Parque de Santa Gertrudes, ocupa cerca de 8 hectares (6,7 hectares de área ajardinada) na Avenida de Berna, próximo da Praça de Espanha, em Lisboa. Projetado entre os anos 60 pelos renomados arquitetos paisagistas António Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Telles, o jardim é um excelente exemplo da arquitetura paisagista moderna em Portugal, inspirado nos códigos ecológicos e visuais da paisagem mediterrânea, criando micro‑paisagens acolhedoras e equilibradas.

O espaço foi desenhado com lago central, riachos, terraços ajardinados, trilhos entre árvores e um anfiteatro ao ar livre que acolhe concertos e espetáculos durante o verão. A vegetação é diversa, incluindo mais de 230 espécies de flora e cerca de 43 espécies de aves que encontram habitat nos espelhos de água e bosques sombreados.

Jardins da Gulbenkian
Jardins da Gulbenkian
Jardins da Gulbenkian
Jardins da Gulbenkian
Jardins da Gulbenkian
Jardins da Gulbenkian
Jardins da Gulbenkian
Jardins da Gulbenkian
Jardins da Gulbenkian
Jardins da Gulbenkian
Jardins da Gulbenkian
Jardins da Gulbenkian

16. Parque Eduardo VII

Parque Eduardo VII, oficialmente Parque de Eduardo VII de Inglaterra, estende-se por cerca de 26 hectares num dos pontos mais centrais e emblemáticos da cidade, junto da Praça Marquês de Pombal e o início da Avenida da Liberdade. Originalmente designado Parque da Liberdade, foi rebatizado em honra da visita do rei britânico Eduardo VII em 1903, num gesto de consolidação da histórica aliança anglo-portuguesa. Em 1942, o arquiteto Francisco Keil do Amaral redesenhou o parque, definindo a atual estrutura com um largo relvado central ladeado por passeios de calçada portuguesa e zonas arborizadas laterais, que acompanham a topografia em rampa do parque.

No canto noroeste encontra-se a célebre Estufa Fria — um jardim botânico climatizado natural com cerca de 1,5 ha — dividido em três secções (fria, quente e doce), onde se encontram espécies exóticas, pequenos lagos, cascatas e palmeiras. No topo do parque, o miradouro oferece uma vista panorâmica sobre a Avenida da Liberdade, Baixa lisboeta e o rio Tejo.

Parque Eduardo VII em Lisboa
Parque Eduardo VII em Lisboa
Parque Eduardo VII em Lisboa
Parque Eduardo VII em Lisboa
Parque Eduardo VII em Lisboa
Parque Eduardo VII em Lisboa

17. Estufa Fria de Lisboa

Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa
Estufa Fria de Lisboa

18. Tapada das Necessidades

Parque/Tapada das Necessidades, situado no bairro dos Prazeres, em Alcântara, ocupa cerca de 10 hectares murados junto ao histórico Palácio das Necessidades — antiga residência real construída por D. João V em 1742. Ao longo do século XIX, foi remodelada por D. Fernando II ao estilo de jardim inglês, e entre 1855‑1861 D. Pedro V mandou erguer a célebre estufa circular enquanto D. Carlos acrescentou pavilhões e campos de ténis, como a “Casa do Regalo”. O espaço alberga três lagos — Palmeira, Estrelícias e Duque de Lafões — rodeados por vegetação exótica, cascatas, chafariz e várias estátuas, incluindo o conjunto “Virtudes” e o busto de D. João V.

Hoje em dia, a Tapada é um refúgio verde quase secreto em Lisboa, popular entre moradores por permitir passeios, leitura ou piqueniques num ambiente tranquilo e sombreado. A clareira relvada perto da entrada sul acolhe concertos nos meses de verão. Com mata densa de pinheiros, palmeiras, acácias, sóforas‑do‑Japão, alfarrobeiras e pimenteiras‑bastardas classificadas de interesse público, dispõe também do espetacular Jardim dos Cactos — um dos primeiros e mais formidáveis da Europa.

Tapada das Necessidades em Lisboa
Tapada das Necessidades em Lisboa
Tapada das Necessidades em Lisboa
Tapada das Necessidades em Lisboa
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Tapada das Necessidades em Lisboa
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Tapada das Necessidades em Lisboa
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Tapada das Necessidades em Lisboa
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Tapada das Necessidades em Lisboa
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19. Jardim da Estrela

Jardim da Estrela, em frente à Basílica da Estrela, é um clássico lisboeta do romantismo oitocentista. Desenhado ao gosto dos jardins ingleses, combina lagos com ilhotas, pontes, canteiros sinuosos e um notável arvoredo onde se destacam jacarandás, tipuanas, araucárias e palmeiras. Entre caminhos de terra batida, bancos de ferro fundido e esculturas dispersas, o ambiente convida à contemplação em qualquer estação — na primavera, o roxo dos jacarandás dá um encanto especial ao cenário.

Além do lado botânico, o jardim vive do quotidiano: há um coreto histórico que acolhe concertos e atividades, parques infantis, quiosques com esplanada e um pequeno lago onde patos e tartarugas fazem as delícias de miúdos e graúdos. Ao fim de semana, é frequente encontrar mercados e eventos de bairro, que emprestam ainda mais vida ao espaço. É o sítio ideal para levar um livro, fazer um piquenique à sombra ou simplesmente abrandar o passo enquanto se observa a cidade a passar.

Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela
Jardim da Estrela

20. Jardim Botânico de Lisboa

Jardim Botânico de Lisboa, oficialmente gerido pela Universidade de Lisboa e parte integrante do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, foi inaugurado em 1878, após o início das plantações em 1873 no local do antigo Colégio dos Nobres. A sua criação deveu-se à visão de professores como o Conde de Ficalho e Andrade Corvo, com a direção técnica dos botânicos Edmund Goeze e Jules Daveau, tornando-se num dos mais respeitados jardins científicos da Europa. Em 2010 foi classificado como Monumento Nacional.

Jardim Botânico de Lisboa
Jardim Botânico de Lisboa
Jardim Botânico de Lisboa
Jardim Botânico de Lisboa
Jardim Botânico de Lisboa
Jardim Botânico de Lisboa
Jardim Botânico de Lisboa
Jardim Botânico de Lisboa
Jardim Botânico de Lisboa
Jardim Botânico de Lisboa
Jardim Botânico de Lisboa
Jardim Botânico de Lisboa
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21. Jardim do Príncipe Real

Jardim do Príncipe Real, oficialmente conhecido como Jardim França Borges, foi idealizado no gosto romântico inglês por volta de 1863 como praça-ajardinada no coração do bairro do Príncipe Real, enfrentando o Bairro Alto. Ocupa cerca de 1,1 hectares e destaca-se por abrigar um imponente cedro-do-buçaco, cuja copa ultrapassa os 20 metros de diâmetro, tornando-se um verdadeiro ex-líbris botânico e ponto de encontro favorito de locais e visitantes.

Além da natureza, o jardim respira cultura e convivialidade. No seu centro, há um lago octogonal com fonte rodeado por canteiros simétricos e esculturas em homenagem a figuras literárias como Antero de Quental e França Borges. A praça alberga ainda quiosques, um café ao ar livre e, aos sábados, um animado mercado de produtos biológicos.

Sob o relvado esconde‑se o Reservatório da Patriarcal, uma cisterna do século XIX integrada no Museu da Água, com visitas guiadas que descem ao interior abobadado por uma escadaria em espiral. A experiência revela a engenharia que abasteceu a cidade e oferece uma perspetiva invulgar do jardim “por baixo”, com reflexos de luz nas colunas e histórias sobre a rede de aquedutos de Lisboa.

Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real
Jardim do Principe Real

22. Jardim do Torel

Jardim do Torel, situado no topo de uma das colinas de Lisboa, é um recanto sossegado que combina charme romântico e uma das vistas mais bonitas da cidade. Originalmente parte de uma quinta do século XVIII, foi transformado em jardim público nos anos 1960 e mantém um traçado em socalcos que conduz os visitantes até ao seu miradouro. Daqui, é possível contemplar a Avenida da Liberdade, a Baixa e até o rio Tejo, num cenário perfeito para fotografar ou apenas relaxar. O acesso é feito por várias entradas, incluindo a mais emblemática junto ao Elevador da Lavra.

O jardim tem vários pontos de interesse, como o lago central, a estátua de Viana da Mota e a famosa fonte “Egípcia” do escultor Mathurin Moreau. Durante o verão, o lago transforma-se numa pequena “praia urbana”, muito procurada por famílias e moradores locais. Com zonas de sombra generosa, bancos para descanso e um café com esplanada, o Jardim do Torel é ideal para uma pausa tranquila longe da agitação do centro, mantendo-se ainda um dos segredos mais bem guardados de Lisboa.

Jardim do Torel em Lisboa
Jardim do Torel em Lisboa
Jardim do Torel em Lisboa
Jardim do Torel em Lisboa
Jardim do Torel em Lisboa
Jardim do Torel em Lisboa
Jardim do Torel em Lisboa
Jardim do Torel em Lisboa

23. Jardim da Alameda

Jardim da Alameda — oficialmente Alameda Dom Afonso Henriques — estende‑se num amplo eixo verde entre o Instituto Superior Técnico e a Fonte Luminosa. De desenho geométrico, com relvados largos, canteiros simétricos e alinhamentos de árvores, é um dos espaços clássicos para passear no centro‑leste de Lisboa. A topografia em suave declive leva o olhar até à grande escadaria e aos repuxos, criando uma perspetiva fotogénica em qualquer estação.

No dia a dia, a Alameda vive do convívio: há bancos à sombra, zonas de jogo e pequenos quiosques com esplanada, além de um parque infantil muito procurado por famílias. Ao fim da tarde, é habitual ver quem corre, faz skate, lê ou simplesmente se reúne para ver o pôr do sol. Na primavera, a floração dá cor aos passeios; no verão, as noites junto à fonte tornam‑se um clássico lisboeta. É um jardim versátil, bom para pausa, piquenique leve ou encontro de amigos.

Jardim da Alameda de Lisboa
Jardim da Alameda de Lisboa
Jardim da Alameda de Lisboa
Jardim da Alameda de Lisboa
Jardim da Alameda de Lisboa
Jardim da Alameda de Lisboa

24. Parque da Bela Vista

Parque da Bela Vista, localizado na freguesia de Marvila, é uma das maiores áreas verdes de Lisboa, ocupando cerca de 85 hectares de antigas quintas transformadas num vasto espaço urbano repleto de relvados, clareiras, olivais, sobreiros e pinheiros — mantendo-se o caráter rural mesmo dentro da cidade .

Muito mais do que um parque urbano, a Bela Vista tornou-se palco de grandes eventos culturais, sendo a casa do Rock in Rio Lisboa entre 2004 e 2022, acolhendo artistas como Madonna, Bon Jovi, Sting, Ed Sheeran, Metallica, Red Hot Chili Peppers, entre muitos outros com dezenas de milhares de espectadores por edição. Fora das grandes manifestações, o parque é usado diariamente por moradores e visitantes para piqueniques, jogos informais, caminhadas e treino ao ar livre. Dispõe de parque infantil, zona de merendas, e circuitos de manutenção.

Parque da Bela Vista
Parque da Bela Vista
Parque da Bela Vista
Parque da Bela Vista

25. Parque José Gomes Ferreira

Parque José Gomes Ferreira, conhecido popularmente como Mata de Alvalade, estende-se por cerca de 11  hectares no bairro de Alvalade, Lisboa. Este espaço combina zonas densas de vegetação — incluindo olivais, freixos, cedros, sobreiros e choupos brancos — com prados amplos, criando uma paisagem diversificada. Com trilhos bem definidos que contornam o parque, é possível desfrutar de um circuito pedestre de aproximadamente 2,6 km, favorável para caminhada, corrida ou ciclismo. A variedade de aves — desde melros e gaios até chapins azuis ou pintassilgos — enriquece ainda mais este verde refúgio urbano.

O parque oferece infraestruturas pensadas para o uso familiar e social: duas áreas de merendas equipadas com mesas, bebedouro e grelhadores, um parque infantil vedado e um circuito de manutenção com máquinas para exercício ao ar livre.

Parque José Gomes Ferreira
Parque José Gomes Ferreira
Parque José Gomes Ferreira
Parque José Gomes Ferreira
Parque José Gomes Ferreira
Parque José Gomes Ferreira

26. Quinta Pedagógica dos Olivais

Quinta Pedagógica dos Olivais, situada na freguesia dos Olivais, é um espaço público de cerca de 2 hectares que oferece uma experiência rural no coração da cidade de Lisboa. Inaugurada em abril de 1996, foi idealizada para aproximar crianças e adultos da natureza e da vida agrícola urbana, permitindo a interação com mais de 80 animais de quinta — como burros, cabras, vacas, porcos, galinhas, patos, codornizes e gansos — além de periquitos e faisões, num ambiente educativo e lúdico. Complementando a fauna, há estufa, horta, pomar, jardim de plantas aromáticas, estúdios de produção de pão, manteiga e queijos, e oficinas pedagógicas para famílias e escolas.

Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais
Quinta Pedagógica dos Olivais

27. Parque Tejo

Parque Tejo estende‑se na margem norte do estuário, entre o Parque das Nações (Lisboa) e Sacavém (Loures). É uma paisagem aberta de prados, sapal e passadiços de madeira, com ciclovia ribeirinha contínua e vistas largas para a Ponte Vasco da Gama. Ao fim da tarde, a luz rasante sobre o rio e os campos alagadiços dá um cenário fotogénico, perfeito para caminhadas descontraídas, corrida ou passeios de bicicleta sem desníveis.

Além do horizonte sobre o Tejo, o parque convida à observação de aves e a piqueniques nas grandes áreas relvadas, com bancos, sombras e ligações fáceis ao passeio marítimo do Parque das Nações. Há percursos que acompanham o rio Trancão e uma ponte pedonal que facilita a travessia, tornando o passeio circular. É um espaço franco e ventoso, muito usado por famílias e desportistas, onde a cidade abranda e o estuário assume o protagonismo.

28. Tapada da Ajuda

Tapada da Ajuda é um amplo espaço murado de caráter rural dentro da cidade, nas colinas entre a Ajuda e Alcântara. Integrada no Instituto Superior de Agronomia, mantém a matriz de antiga tapada real: colinas com vinhas, olivais e pomares, talhões de ensaio, um pequeno arboreto e amplas clareiras entre bosques de sobreiros e pinheiros. Os caminhos de terra batida conduzem a miradouros com vistas largas sobre a zona ribeirinha e a Ponte 25 de Abril, criando um contraste irresistível entre paisagem agrária e cidade.

Para o visitante, é um lugar de descoberta serena e com muito espaço para respirar. Há trilhos para passeios a pé ou corrida, prados onde se estende a manta, recantos históricos como o anfiteatro de pedra e, pontualmente, atividades abertas ao público ligadas à agricultura, ambiente e alimentação. O ambiente é tranquilo e pouco turístico, ideal para fotografar a luz de fim de tarde, observar aves e perceber como Lisboa ainda guarda pedaços de campo dentro de muros centenários.

Tapada da Ajuda
Tapada da Ajuda
Tapada da Ajuda
Tapada da Ajuda
Tapada da Ajuda
Tapada da Ajuda

29. Parque Urbano dos Moinhos de Santana

Parque Urbano dos Moinhos de Santana, também chamado Parque Recreativo dos Moinhos de Santana, ocupa cerca de 5 hectares junto ao limite do Parque Florestal de Monsanto, na freguesia de Belém. O seu nome advém de dois emblemáticos moinhos de vento do século XVIII, os únicos em Lisboa que se mantêm plenamente preservados, lembrando o passado moageiro da serra de Monsanto. O parque foi inaugurado em 1997 e destaca-se como um anfiteatro natural ajardinado — com relvados profundos, árvores variadas, lago e cascata — que proporciona um recanto tranquilo com vista privilegiada para o Tejo e a cidade.

Parque Urbano dos Moinhos de Santana
Parque Urbano dos Moinhos de Santana
Parque Urbano dos Moinhos de Santana
Parque Urbano dos Moinhos de Santana
Parque Urbano dos Moinhos de Santana
Parque Urbano dos Moinhos de Santana
Parque Urbano dos Moinhos de Santana
Parque Urbano dos Moinhos de Santana
Parque Urbano dos Moinhos de Santana
Parque Urbano dos Moinhos de Santana

Lisboa Card – Vale a pena?

Comprar o Lisboa Card pode, ou não, valer a pena. Tudo depende da forma como o tencionas utilizar e do teu estilo de viagem. O Lisboa Card é super vantajoso se pretenderes visitar o maior número de museus todos num dia ou em 2 dias, o que não é muito prático para quem gosta de seguir um roteiro, e ir descobrindo a cidade pouco a pouco, zona a zona.

Deixo que sejas tu a decidir se é vantajoso, tendo em consideração toda a informação presente no site oficial do Lisboa card. Se o quiseres usar, o teu roteiro terá de ser preparado com ele em foco, para ser vantajoso!

Se eu fiz o Lisboa Card na minha visita mais recente a Lisboa? Sim, e poupei imenso, apesar de também ter gasto imenso! 😀 Eu queria visitar muito bem Lisboa!

Excursões para visitar Lisboa e arredores

Excursões para visitar Lisboa:
- Passeio de barco ao pôr do sol com DJ e bar aberto
- Excursão turística de 1,5h em veículo anfíbio em Lisboa
- Visita Guiada por Lisboa
- Lisboa: Passeio privado de Tuk tuk
- Lisboa: Tour pelo Estádio da Luz e entrada no Museu do SL Benfica
- Lisboa: História, Estórias e Estilo de Vida Walking Tour
- Excursão gastronómica com 18 degustações no bairro de Alfama
- Lisboa: cruzeiro turístico pelo rio Tejo
- Lisboa: Espetáculo de Fado e Vinho dentro das Muralhas Medievais
- Aula de Pastel de Nata em Lisboa
- Lisboa: Pub Crawl com bar aberto e entrada no clube VIP

Excursões para visitar os arredores de Lisboa:
- De Lisboa: Sintra, Pena, Regaleira, Cabo da Roca e Cascais
- De Lisboa: Fátima, Nazaré, Batalha e Óbidos
- De Lisboa: Experiência de Kayak em Sesimbra
- De Lisboa: Passeio de barco para observação de golfinhos
- Excursão de degustação de Vinhos na região de Setúbal
- Excursão ao Algarve a partir de Lisboa
- Excursão a Évora a partir de Lisboa
- Excursão a Tomar e ao Castelo de Almourol

Boa viagem! Qual destes Parques e Jardins de Lisboa é o teu preferido? 😉 Diz-me nos comentários!

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