Igrejas de Lisboa | Quais as mais bonitas? Top 27

Mosteiro dos Jerónimos | Igrejas de Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos | Igrejas de Lisboa

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As mais bonitas igrejas de Lisboa aparecem como pontos turísticos imperativos para qualquer roteiro por Portugal. A jóia é o Mosteiro dos Jerónimos, mas também considera a Sé de Lisboa, a Basílica da Estrela, o Panteão Nacional, ou a Igreja de São Vicente de Fora como verdadeiras preciosidades no centro da capital.

Durante a minha visita a Lisboa, visitei dezenas de igrejas. Neste artigo vou apresentar-te uma seleção de 27! Espero que as fotos que tirei de motivem a visitá-las todas! 😉

Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)

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Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora

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Igrejas de Lisboa mais bonitas | Top 27

Mapa com as Igrejas de Lisboa mais bonitas

1. Igreja do Mosteiro dos Jerónimos

A Igreja do Mosteiro dos Jerónimos, situada em Belém, é um dos mais icónicos exemplos da arquitetura manuelina em Lisboa. Construída no século XVI, esta igreja é uma verdadeira obra-prima, que impressiona pela sua grandiosidade e riqueza decorativa.

Além da sua importância religiosa, a Igreja do Mosteiro dos Jerónimos é considerada um símbolo do auge do império português, refletindo o poder e a opulência da época. O interior é adornado com belos elementos em pedra, vitrais coloridos e detalhes que capturam a riqueza do período manuelino. A sua localização em Belém, perto de outros pontos turísticos como a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos, torna esta igreja um destino obrigatório para quem visita Lisboa.

Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos  em Lisboa
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa

2. Igreja da Memória

A Igreja da Memória, também conhecida como Igreja de Nossa Senhora do Livramento e de São José, ergue-se na freguesia da Ajuda, em Lisboa. Mandada construir por D. José I em 1760, a igreja foi edificada no local onde o rei sobreviveu a uma tentativa de assassinato pela família Távora, em 1758. O projeto inicial foi da autoria do arquiteto italiano Giovanni Carlo Galli da Bibbiena, sendo concluído por Mateus Vicente de Oliveira após a sua morte. Classificada como Monumento Nacional desde 1923, a igreja destaca-se pela sua arquitetura barroca com influências neoclássicas, evidentes na planta centralizada e na imponente cúpula que coroa o edifício.

No interior, a igreja apresenta uma nave única com decoração sóbria, onde se destaca a tela de Pedro Alexandrino de Carvalho no altar-mor, representando o rei D. José a agradecer a Nossa Senhora do Livramento. Além disso, a igreja serve como mausoléu do Marquês de Pombal, figura central na história portuguesa, cujos restos mortais foram trasladados para este local em 1923.

Igreja da Memória em Lisboa
Igreja da Memória em Lisboa
Igreja da Memória em Lisboa
Igreja da Memória em Lisboa
Igreja da Memória em Lisboa
Igreja da Memória em Lisboa
Igreja da Memória em Lisboa
Igreja da Memória em Lisboa
Igreja da Memória em Lisboa
Túmulo do Marquês de Pombal

3. Igreja de São Francisco de Paula

A Igreja de São Francisco de Paula, situada na Rua Presidente Arriaga, em Lisboa, é um exemplar notável da arquitetura barroca e rococó portuguesa. Fundada em 1719 por Frei Ascenso Vaquero, da Ordem dos Mínimos, a igreja foi ampliada e embelezada entre 1753 e 1765, sob o patrocínio de D. Mariana Vitória, esposa de D. José I. O projeto arquitetónico é atribuído ao arquiteto Inácio de Oliveira Bernardes, com as torres sineiras desenhadas por Giacomo Azzolini. A fachada imponente é complementada por uma escadaria dupla que conduz ao templo, conferindo-lhe uma presença marcante na cidade.

No interior, destaca-se a nave única adornada com ricos tectos pintados, talha dourada e mármores de diversas tonalidades. O altar-mor alberga o túmulo de D. Mariana Vitória, esculpido por Machado de Castro, considerado Monumento Nacional. A igreja também é conhecida pelas obras de Vieira Lusitano, um dos mais importantes pintores portugueses do século XVIII.

Igreja de São Francisco de Paula em Lisboa
Igreja de São Francisco de Paula em Lisboa
Igreja de São Francisco de Paula em Lisboa
Igreja de São Francisco de Paula em Lisboa

4. Basílica da Estrela

A Basílica da Estrela é oficialmente conhecida como Real Basílica e Convento do Santíssimo Coração de Jesus. Erguida entre 1779 e 1790, a sua construção foi uma promessa da rainha D. Maria I, que, após o nascimento do seu filho varão, D. José, decidiu edificar este templo em agradecimento. Situada na freguesia da Estrela, em frente ao Jardim da Estrela, a basílica destaca-se pela sua imponente fachada barroca e neoclássica, ladeada por duas torres sineiras e coroada por uma cúpula majestosa. Foi a primeira igreja no mundo dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, tornando-se um símbolo da devoção religiosa da época.

O interior da basílica é um verdadeiro tesouro artístico. O pavimento é revestido por mármores de tons cinza, rosa e amarelo, formando padrões geométricos requintados. O altar-mor é adornado com uma pintura de Pompeo Batoni, representando a consagração do mundo ao Sagrado Coração de Jesus. Além disso, a basílica alberga o túmulo de D. Maria I, tornando-a o único monarca da dinastia de Bragança sepultado fora do Mosteiro de São Vicente de Fora.

Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa
Basílica da Estrela em Lisboa

5. Igreja de Nossa Senhora das Mercês de Lisboa

A Igreja de Nossa Senhora das Mercês, também conhecida como Igreja de Nossa Senhora de Jesus, está situada no Largo de Jesus, na freguesia da Misericórdia, em Lisboa. Este templo tem origens no século XVII, quando foi estabelecido um recolhimento com o mesmo nome, fundado por alvará régio de D. Filipe III em 1623. A construção da igreja atual iniciou-se em 1615 e foi concluída em 1623, com a capela-mor inaugurada em 1633. Após o terramoto de 1755, a igreja foi reconstruída sob a supervisão dos provinciais da Ordem Terceira de São Francisco, com o patrocínio de D. Frei Manuel do Cenáculo. Em 1835, com a extinção das ordens religiosas em Portugal, a igreja passou a ser a sede da paróquia de Nossa Senhora das Mercês, função que desempenha até hoje.

Arquitetonicamente, a igreja apresenta uma fachada de estilo maneirista e barroco. O interior da igreja é de nave única, com planta retangular e cobertura em abóbada de berço. Destaca-se a Sala de Passagem, situada entre o transepto e a sacristia, que possui um notável revestimento de azulejos com cenas e iconografia relacionadas com Nossa Senhora da Conceição, da autoria de António de Oliveira Bernardes, datados de cerca de 1715. Este conjunto é considerado um dos pontos altos da azulejaria barroca portuguesa.

Igreja de Nossa Senhora das Mercês
Igreja de Nossa Senhora das Mercês
Igreja de Nossa Senhora das Mercês
Igreja de Nossa Senhora das Mercês
Igreja de Nossa Senhora das Mercês
Igreja de Nossa Senhora das Mercês

6. Igreja de Santa Catarina de Lisboa

A Igreja de Santa Catarina foi fundada em 1654 pelos eremitas da Ordem de São Paulo da Serra d’Ossa. Após o devastador terramoto de 1755, o templo foi reconstruído, com as obras concluídas em 1763. Em 1835, passou a ser paroquial, sob a invocação de Santa Catarina.

O interior da igreja é uma verdadeira obra-prima, destacando-se pela exuberante talha dourada do altar-mor, encomendado em 1727 durante o reinado de D. João V. Este retábulo é considerado um dos mais destacados exemplares da arte da talha da época, incluindo esculturas de Santa Catarina, São Paulo e Santo Antão, de origem flamenga. O teto apresenta estuques ornamentais datados do terceiro quartel do século XVIII, executados pelos mestres João Grossi e Toscanelli . Além disso, a igreja abriga um órgão monumental, também em talha dourada, que foi restaurado em 2018 por Dinarte Machado, após ter sobrevivido ao terramoto de 1755. Classificada como Monumento Nacional desde 1918.

Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa
Igreja de Santa Catarina de Lisboa

7. Convento dos Cardaes

O Convento dos Cardaes, situado na Rua do Século, em Lisboa, foi fundado em 1681 por D. Luísa de Távora, comendadeira de Santos-o-Novo, para acolher religiosas da Ordem das Carmelitas Descalças, seguindo a reforma de Santa Teresa de Ávila. O edifício destaca-se pela sua fachada austera, que contrasta com a riqueza do interior, onde se encontram elementos de talha dourada, azulejos holandeses e pinturas de artistas como António Pereira Ravasco e André Gonçalves. A igreja, de uma só nave, possui um altar-mor entalhado por José Rodrigues Ramalho, datado de 1693, e azulejos de Jan van Oort que ilustram cenas da vida de Santa Teresa.

Após a extinção das ordens religiosas em 1834, o convento foi cedido à Associação Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos, que, com o auxílio das Irmãs Dominicanas, transformou-o num asilo para mulheres com multideficiência grave. Desde 1990, o convento está aberto ao público, oferecendo visitas guiadas que permitem conhecer o seu vasto património artístico e histórico.

Convento dos Cardaes em Lisboa
Convento dos Cardaes em Lisboa
Convento dos Cardaes em Lisboa
Convento dos Cardaes em Lisboa
Convento dos Cardaes em Lisboa
Convento dos Cardaes em Lisboa
Convento dos Cardaes em Lisboa
Convento dos Cardaes em Lisboa

8. Convento de São Pedro de Alcântara

O Convento de São Pedro de Alcântara está localizado no Bairro Alto, em Lisboa. Fundado em 1670 por D. António Luís de Meneses, 1.º Marquês de Marialva, em cumprimento de um voto feito na Batalha de Montes Claros, o convento foi dedicado à Ordem dos Frades Menores Capuchos, também conhecidos como Arrábidos. A igreja foi profusamente decorada com talha dourada e azulejos setecentistas que ilustram cenas da vida de São Pedro de Alcântara.

Um dos maiores tesouros do convento é a Capela dos Lencastres, mandada construir entre 1686 e 1692 para culto do Cardeal D. Veríssimo de Lencastre. Esta capela funerária é uma obra-prima da pedraria barroca, revestida com mármores policromados e adornada com uma pintura de Pierre Quillard, representando a “Coroação de Nossa Senhora pela Santíssima Trindade”. Após a extinção das ordens religiosas em 1833, o convento foi cedido à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que nele instalou um recolhimento de órfãs. Em 2014, o edifício foi aberto ao público.

Convento de São Pedro de Alcântara em Lisboa
Convento de São Pedro de Alcântara em Lisboa
Convento de São Pedro de Alcântara em Lisboa
Convento de São Pedro de Alcântara em Lisboa
Convento de São Pedro de Alcântara em Lisboa
Convento de São Pedro de Alcântara em Lisboa

9. Igreja de São Roque

A Igreja de São Roque, situada no Largo Trindade Coelho, em Lisboa, foi erguida entre 1566 e 1619 como a primeira igreja jesuíta em Portugal e uma das primeiras no mundo. A sua construção iniciou-se com o arquiteto Afonso Álvares e foi concluída por Filipe Terzi. A fachada austera, revestida a cantaria, reflete os cânones da Companhia de Jesus, enquanto o interior revela uma exuberante decoração maneirista e barroca, com talha dourada, azulejos e mármores coloridos. Um dos destaques é o teto pintado entre 1584 e 1590 por Francisco Venegas e Amaro do Vale, que sobreviveu ao terramoto de 1755 graças a um engenhoso sistema anti-sísmico.

Anexa à igreja, encontra-se o Museu de São Roque, fundado em 1905, que alberga uma das mais importantes coleções de arte sacra em Portugal. O museu possui peças de pintura, escultura, ourivesaria e arte asiática, incluindo a famosa Capela de São João Baptista, encomendada por D. João V em Roma e montada na igreja em 1747. Esta capela é considerada uma obra-prima da arte italiana, revestida com mármores preciosos e mosaicos representando o Batismo de Cristo, o Pentecostes e a Anunciação. 

Igreja de São Roque
Igreja de São Roque
Igreja de São Roque
Igreja de São Roque
Igreja de São Roque
Igreja de São Roque
Igreja de São Roque
Igreja de São Roque
Igreja de São Roque
Igreja de São Roque
Igreja de São Roque
Igreja de São Roque

10. Igreja de Nossa Senhora do Loreto

A Igreja de Nossa Senhora do Loreto, também conhecida como Igreja dos Italianos, está situada no Largo do Chiado, em Lisboa. Fundada em 1518 por uma comunidade de mercadores italianos, principalmente venezianos e genoveses, a igreja foi erguida para servir como local de culto para os imigrantes que se estabeleceram na cidade. O edifício atual, de estilo barroco, foi projetado por José da Costa e Silva e reconstruído após o terramoto de 1755, sendo reinaugurado em 1785.

O interior da igreja é notável pela sua decoração exuberante, incluindo mármores italianos e uma pintura do teto atribuída a Pedro Alexandrino. A fachada principal apresenta a imagem de Nossa Senhora do Loreto, ladeada por estátuas de São Pedro e São Paulo, e as armas pontifícias.

Igreja de Nossa Senhora do Loreto em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora do Loreto em Lisboa

11. Igreja de Nossa Senhora da Encarnação de Lisboa

A Igreja de Nossa Senhora da Encarnação, situada no Largo do Chiado, em Lisboa, foi construída inicialmente como igreja paroquial no início do século XVIII, sendo destruída pelo terramoto de 1755 e reconstruída entre 1784 e 1785 pelo arquiteto Manuel Caetano de Sousa, seguindo as diretrizes do plano pombalino para a Baixa Lisboeta. A fachada neoclássica apresenta elementos decorativos rocaille, incluindo esculturas que datam do século XVII, originalmente parte da antiga Porta de Santa Catarina, da muralha de D. Fernando.

No interior, destaca-se o altar-mor com uma escultura de Nossa Senhora da Encarnação, atribuída ao escultor Machado de Castro. A capela-mor é revestida com mármores polícromos, e o teto da nave é adornado com uma pintura em perspectiva, da autoria de Simão Caetano Nunes, representando a Anunciação.

Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora da Encarnação em Lisboa

12. Basílica de Nossa Senhora dos Mártires

A Basílica de Nossa Senhora dos Mártires fica situada na Rua Garrett, no Chiado, em Lisboa. Fundada em 1147 por D. Afonso Henriques, logo após a reconquista de Lisboa, a igreja original foi erguida sobre o cemitério dos cruzados ingleses que participaram na batalha. A atual basílica, projetada pelo arquiteto Reinaldo Manuel dos Santos, foi concluída em 1784, após a destruição do edifício anterior pelo terramoto de 1755. Este templo é um exemplo notável da arquitetura religiosa pombalina, combinando elementos barrocos e neoclássicos.

O interior da basílica é igualmente impressionante, com uma nave única ladeada por oito capelas laterais. Destaca-se a pintura do teto, da autoria de Pedro Alexandrino de Carvalho, representando a dedicação do templo a Nossa Senhora dos Mártires, rodeada pelos doutores da Igreja. A capela-mor alberga um retábulo de mármore branco e um sacrário em mármore negro, ambos de grande valor artístico. A pia batismal original, que sobreviveu ao terramoto, é uma peça histórica importante, tendo sido utilizada para o batismo de figuras como o Beato Bartolomeu dos Mártires, o Cardeal D. Luís de Sousa e o poeta Fernando Pessoa.

Basílica de Nossa Senhora dos Mártires em Lisboa
Basílica de Nossa Senhora dos Mártires em Lisboa
Basílica de Nossa Senhora dos Mártires em Lisboa
Basílica de Nossa Senhora dos Mártires em Lisboa

13. Igreja do Santíssimo Sacramento

A Igreja do Santíssimo Sacramento foi fundada em 1584 como sede da primeira paróquia lisboeta estabelecida após o Concílio de Trento. A igreja foi construída entre 1671 e 1685, com o Santíssimo Sacramento sendo transladado para o novo templo em 1685 . Após o devastador terramoto de 1755, a igreja sofreu danos significativos, incluindo a queda das torres sineiras e do teto da nave, além de um incêndio subsequente. Apesar da destruição, a Irmandade do Santíssimo Sacramento conseguiu preservar a píxide que continha o Santíssimo Sacramento, que foi transferido para uma capela provisória até a reconstrução do templo.

O interior da igreja é adornado com talha dourada e estuques ornamentais, destacando-se o teto pintado por António Pimenta Rolim, que representa uma alegoria ao Santíssimo Sacramento. A igreja também abriga um órgão monumental construído em 1817 por António Xavier Machado e Cerveira, um dos mais importantes exemplares da arte organística portuguesa.

Igreja do Santíssimo Sacramento
Igreja do Santíssimo Sacramento
Igreja do Santíssimo Sacramento
Igreja do Santíssimo Sacramento

14. Igreja de São Domingos de Lisboa

A Igreja de São Domingos, situada no Largo de São Domingos, em Lisboa, é um dos templos mais emblemáticos da cidade, com uma história marcada por transformações e resiliência.

Fundada em 1241 por D. Sancho II, foi inicialmente um convento dominicano que sofreu diversas alterações ao longo dos séculos. Após o terramoto de 1531, foi reconstruída em 1536, e, posteriormente, após o devastador terramoto de 1755, foi novamente reedificada sob a direção do arquiteto Carlos Mardel, com a colaboração de Manuel Caetano de Sousa. A igreja passou por outro grande incêndio em 1959, que destruiu grande parte de sua decoração interior, incluindo altares em talha dourada e pinturas de Pedro Alexandrino de Carvalho. Apesar disso, a igreja reabriu ao público em 1994, mantendo visíveis as marcas do fogo, o que lhe confere uma atmosfera única.

Arquitetonicamente, a Igreja de São Domingos possui um espaço interior grandioso, com colunas de mármore e uma nave única que impressiona pela sua amplitude. Dentre os elementos notáveis, destacam-se os túmulos de figuras históricas como D. Afonso, filho de D. Afonso III, e o grande pregador dominicano Fr. Luís de Granada. Além disso, a igreja abriga uma cripta abobadada com lambris de azulejos, onde está o túmulo de D. João de Castro, capelão de D. João. É uma igreja classificada como monumento nacional.

Igreja de São Domingos de Lisboa
Igreja de São Domingos de Lisboa
Igreja de São Domingos de Lisboa
Igreja de São Domingos de Lisboa

15. Igreja de São Nicolau de Lisboa

Fundada entre 1209 e 1229, a igreja de São Nicolau foi reedificada em 1280 por iniciativa do bispo D. Mateus. Após o devastador terramoto de 1755, a igreja foi reconstruída entre 1776 e 1850, sob a direção do arquiteto Reinaldo Manuel dos Santos, seguindo o estilo pombalino com influências barrocas e rococós.

O interior da igreja é caracterizado por uma nave única com cinco tramos abobadados, decorados com pinturas de António Manuel da Fonseca que representam as virtudes teologais — Fé, Esperança e Caridade — e cenas da vida de São Nicolau. Destaca-se também o retábulo em mármore da capela-mor, que alberga uma imagem de São Nicolau, atribuída à escola de Machado de Castro, e um trono eucarístico em talha dourada proveniente do Convento do Corpus Christi.

Igreja de São Nicolau em Lisboa
Igreja de São Nicolau em Lisboa
Igreja de São Nicolau em Lisboa
Igreja de São Nicolau em Lisboa

16. Igreja de São Cristóvão

A Igreja de São Cristóvão, situada no Largo de São Cristóvão, na histórica Mouraria de Lisboa, é um dos templos mais antigos da cidade, com origens que remontam ao século XIII. Originalmente conhecida como Santa Maria de Alcamim, a igreja foi reconstruída em 1671-1672, após um incêndio durante o reinado de D. Manuel I. Curiosamente, sobreviveu quase intacta ao devastador terramoto de 1755, mantendo grande parte do seu acervo artístico. Classificada como Imóvel de Interesse Público, a igreja é um exemplo notável da transição entre o maneirismo e o barroco em Lisboa.

O interior da igreja é ricamente decorado, com uma única nave revestida por 44 telas atribuídas à oficina de Bento Coelho da Silveira, representando cenas da vida de São Cristóvão e outras figuras religiosas. O teto apresenta uma pintura ornamental exuberante, com 15 quadrelas emolduradas por talha dourada. Destaca-se também a Capela-Mor, construída em 1671 pela Irmandade do Santíssimo Sacramento, e a Capela dos Mirandas, que abriga túmulos da família Miranda, incluindo o do bispo D. Fernando de Miranda.

Igreja de São Cristóvão em Lisboa
Igreja de São Cristóvão em Lisboa
Igreja de São Cristóvão em Lisboa
Igreja de São Cristóvão em Lisboa
Igreja de São Cristóvão em Lisboa
Igreja de São Cristóvão em Lisboa
Igreja de São Cristóvão em Lisboa
Igreja de São Cristóvão em Lisboa
Igreja de São Cristóvão em Lisboa
Igreja de São Cristóvão em Lisboa
Igreja de São Cristóvão em Lisboa
Igreja de São Cristóvão em Lisboa

17. Igreja da Graça de Lisboa

A Igreja da Graça remonta também ao século XIII. Fundada em 1271 pela Ordem dos Agostinianos Eremitas, a igreja tornou-se sede da província portuguesa da ordem em 1291. Após o devastador terramoto de 1755, a igreja foi reconstruída, preservando elementos do estilo manuelino, como o baptistério e a capela dos Almadas, e incorporando características do barroco tardio. A fachada apresenta uma composição de ângulo duplo, com a igreja e a antiga portaria conventual, e é coroada por uma torre sineira projetada por Manuel da Costa Negreiros em 1738.

No interior, destacam-se os azulejos dos séculos XVI, XVII e XVIII, a talha dourada dos altares em estilo rococó e as esculturas setecentistas das capelas intermédias. Desde 1910, a Igreja da Graça está classificada como Monumento Nacional. Além de seu valor histórico e arquitetónico, a igreja oferece uma vista panorâmica da cidade a partir do seu terraço.

Miradouro da Graça, junto da Igreja da Graça em Lisboa
Miradouro da Graça, junto da Igreja da Graça em Lisboa

18. Igreja do Menino de Deus

A Igreja do Menino de Deus foi mandada construir por D. João V em 1711, em cumprimento de um voto pelo nascimento de um herdeiro. O edifício foi consagrado em 1737, embora só tenha sido completado em termos decorativos na década de 1730. Situada nas imediações do Castelo de São Jorge, a igreja destaca-se pela sua planta centralizada e pela riqueza decorativa, incluindo mármores policromados, talha dourada e painéis de azulejos com temas religiosos.

O interior da igreja é impressionante, com uma planta octogonal irregular ritmada por pilastras coríntias e oito capelas laterais. O tecto da nave apresenta uma pintura em trompe-l’œil representando a Apoteose de São Francisco. A fachada, de estilo maneirista e barroco, é incompleta, faltando-lhe as torres sineiras. Classificada como Monumento Nacional desde 1918, a igreja foi restaurada na década de 1930 e, em 1945, passou a ser administrada pela Comunidade de São José de Cluny, que adaptou o edifício para funcionar como um centro social para a infância, atividade que ainda mantém.

Igreja do Menino de Deus
Igreja do Menino de Deus

19. Igreja de São Vicente de Fora

A Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora, situado no bairro histórico de Alfama, em Lisboa, é um dos mais significativos monumentos religiosos do país. Fundado em 1147 por D. Afonso Henriques, logo após a conquista de Lisboa, o mosteiro foi dedicado a São Vicente, santo padroeiro da cidade. A atual construção, iniciada em 1582 sob o reinado de Filipe I, foi projetada pelos arquitetos Filippo Terzi e Juan de Herrera, com a colaboração de Baltazar Álvares e Pedro Nunes Tinoco. Concluída em 1627, a igreja é um exemplo notável do estilo maneirista português, caracterizado pela simetria e monumentalidade da fachada, que inclui estátuas de santos como Agostinho, Sebastião e Vicente.

O interior da igreja é igualmente impressionante, destacando-se o altar-mor em estilo barroco, projetado por Joaquim Machado de Castro, e o órgão histórico construído em 1765 por João Fontanes de Maqueira. O mosteiro adjacente alberga o Panteão Real dos Bragança, onde repousam vários monarcas da dinastia, incluindo D. João IV e D. Pedro II. Além disso, o mosteiro possui uma vasta coleção de azulejos do século XVIII, incluindo painéis que ilustram as fábulas de La Fontaine e cenas da vida rural portuguesa. Classificado como Monumento Nacional desde 1910, o Mosteiro de São Vicente de Fora continua a ser um importante centro cultural e religioso em Lisboa.

Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
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Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora
Igreja de São Vicente de Fora

20. Igreja de Santa Engrácia (Panteão Nacional)

A Igreja de Santa Engrácia, situada no Campo de Santa Clara, tem uma história marcada por séculos de construção e transformações. Fundada em 1568 pela Infanta D. Maria, filha de D. Manuel I, a igreja foi erguida para albergar o relicário de Santa Engrácia, mártir de Saragoça. Após o desmoronamento da estrutura original em 1681, iniciou-se a construção do atual edifício, projetado pelo arquiteto João Antunes, com planta em cruz grega e influências do barroco italiano. No entanto, as obras arrastaram-se por séculos, passando por períodos de abandono e diferentes utilizações, como quartel militar e fábrica de calçado, até serem concluídas na década de 1960.

Em 1916, a igreja foi oficialmente designada Panteão Nacional. Para ali foram trasladados os restos mortais de figuras proeminentes da história portuguesa, como os presidentes da República Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, Sidónio Pais e Óscar Carmona, o escritor Almeida Garrett, o poeta Guerra Junqueiro, a fadista Amália Rodrigues e o futebolista Eusébio. O edifício, classificado como Monumento Nacional desde 1910, destaca-se pela sua imponente cúpula e interior revestido de mármore colorido, oferecendo uma vista panorâmica sobre a cidade e o rio Tejo. A expressão popular “obras de Santa Engrácia” surgiu devido à longa duração das obras de construção da igreja, tornando-se sinónimo de tarefas intermináveis.

Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa
Panteão Nacional em Lisboa

21. Igreja de São Miguel

A Igreja de São Miguel, localizada em Alfama, é um dos mais antigos templos da cidade, com origens que remontam a 1150. O interior da igreja é notável pela sua nave única coberta por teto de madeira, adornada com pinturas de José Ferreira de Araújo. Destacam-se as 16 telas emolduradas em talha dourada, algumas atribuídas a Bento Coelho da Silveira, e a capela-mor revestida em talha dourada no estilo joanino.

Igreja de São Miguel
Igreja de São Miguel

22. Sé Catedral de Lisboa

A Sé de Lisboa, oficialmente conhecida como Catedral de Santa Maria Maior, tem uma história que remonta a 1147, quando D. Afonso Henriques reconquistou Lisboa aos mouros. Erguida sobre uma antiga mesquita, a catedral reflete uma fusão de estilos arquitetónicos, incluindo o românico, gótico, maneirista, barroco e neorromânico, resultado das várias campanhas de construção e restauro ao longo dos séculos.

O interior da Sé de Lisboa é igualmente impressionante. Destaca-se o deambulatório gótico com capelas radiantes, a capela-mor barroca com os túmulos de D. Afonso IV e D. Beatriz, e o claustro gótico construído durante o reinado de D. Dinis.

Sé Catedral de Lisboa
Sé Catedral de Lisboa
Sé Catedral de Lisboa
Sé Catedral de Lisboa
Sé Catedral de Lisboa
Sé Catedral de Lisboa
Sé Catedral de Lisboa
Sé Catedral de Lisboa

23. Igreja de Santo António de Lisboa

A Igreja de Santo António de Lisboa, situada no Largo de Santo António da Sé, em Alfama, ergue-se sobre o local onde nasceu Santo António, em 1195. O atual templo foi edificado entre 1767 e 1787, após a destruição da igreja original pelo terramoto de 1755. 

O interior da igreja é notável pela sua luminosidade e riqueza decorativa. A cripta, acessível através da sacristia, preserva o local tradicionalmente considerado como o nascimento de Santo António. O altar-mor alberga uma imagem do santo, e o teto da capela é adornado com medalhões representando os atributos de Santo António. Na sacristia, destaca-se o revestimento azulejar da Real Fábrica do Rato, datado do início do século XIX. Anexo à igreja, o Museu de Santo António, inaugurado em 1962 e renovado entre 2010 e 2012, apresenta uma coleção diversificada de objetos relacionados ao santo, incluindo peças de cerâmica, pintura, escultura e alfaias litúrgicas.

A Igreja de Santo António de Lisboa é um importante ponto de devoção, especialmente no dia 13 de junho, data em que se celebra o santo.

Igreja de Santo António
Igreja de Santo António
Igreja de Santo António
Igreja de Santo António
Igreja de Santo António
Igreja de Santo António
Igreja de Santo António
Igreja de Santo António

24. Igreja de Santa Maria Madalena de Lisboa

A Igreja de Santa Maria Madalena foi fundada após a reconquista cristã de Lisboa, em 1164, no entanto, a igreja foi destruída e reconstruída várias vezes ao longo dos séculos. A versão atual, iniciada em 1761 e concluída em 1783, conserva elementos da estrutura original, incluindo o portal manuelino, classificado como Monumento Nacional desde 1910.

Igreja de Santa Maria Madalena em Lisboa
Igreja de Santa Maria Madalena em Lisboa
Igreja de Santa Maria Madalena em Lisboa
Igreja de Santa Maria Madalena em Lisboa

25. Igreja de Nossa Senhora da Conceição Velha

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição Velha, também conhecida como Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, é um dos mais emblemáticos templos da cidade, situado na Rua da Alfândega, próximo da Praça do Comércio. Erguida inicialmente em 1534 como sede da primeira Misericórdia do país, fundada por D. Leonor, irmã de D. Manuel I, a igreja original foi destruída pelo terramoto de 1755. A reconstrução, iniciada em 1770, foi liderada pelos arquitetos pombalinos Francisco António Ferreira e Honorato José Correia, que integraram elementos da estrutura original, incluindo a fachada manuelina decorada com figuras como a Virgem da Misericórdia, acompanhada por anjos e figuras reais e eclesiásticas, incluindo D. Manuel I e D. Leonor.

Igreja de Nossa Senhora da Conceição Velha
Igreja de Nossa Senhora da Conceição Velha
Igreja de Nossa Senhora da Conceição Velha
Igreja de Nossa Senhora da Conceição Velha
Igreja de Nossa Senhora da Conceição Velha
Igreja de Nossa Senhora da Conceição Velha
Igreja de Nossa Senhora da Conceição Velha
Igreja de Nossa Senhora da Conceição Velha

26. Convento da Madre de Deus

O Convento da Madre de Deus, fundado em 1509 pela Rainha D. Leonor, esposa de D. João II, é um dos mais significativos conjuntos monásticos de Lisboa, situado na zona oriental da cidade, na freguesia do Beato. Destinado a acolher monjas da Ordem de Santa Clara, o convento foi inicialmente composto por algumas casas e uma horta adquiridas à viúva de Álvaro da Cunha. A igreja atual, iniciada em 1550 por ordem de D. João III e projetada pelo arquiteto Diogo de Torralva, foi concluída no final do século XVI. Ao longo dos séculos XVII e XVIII, o edifício foi enriquecido com decorações em talha dourada, azulejos e pinturas, tornando-se um dos melhores exemplos do Barroco em Portugal.

Atualmente, o Convento da Madre de Deus alberga o Museu Nacional do Azulejo, instituição dedicada à preservação e exposição do azulejo português. A igreja, de nave única e abóbada de berço, apresenta um interior ricamente decorado, com painéis de azulejos representando cenas da vida de São Francisco e Santa Clara, pinturas a óleo de Bento Coelho da Silveira e um altar-mor em talha dourada. O edifício é classificado como Monumento Nacional desde 1910.

Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)
Igreja do Mosteiro da Madre de Deus (Museu do Azulejo de Lisboa)

27. Igreja de Nossa Senhora dos Anjos

A Igreja de Nossa Senhora dos Anjos, situada na Avenida Almirante Reis, foi inaugurada em 1911, substituindo o templo original, demolido em 1908 para a construção da avenida. O projeto da nova igreja foi concebido pelo arquiteto José Luís Monteiro, que preservou a estrutura interna do edifício anterior, mantendo altares em talha dourada, pinturas do ciclo da Vida da Virgem e uma tela quinhentista de Santo António na sacristia.

O interior da igreja é um exemplo de “arte barroca total”, com decoração exuberante que inclui apainelados de caixotões pintados, altares laterais ricamente ornamentados e um coro alto em talha dourada.

Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa
Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa

Lisboa Card – Vale a pena?

Comprar o Lisboa Card pode, ou não, valer a pena. Tudo depende da forma como o tencionas utilizar e do teu estilo de viagem. O Lisboa Card é super vantajoso se pretenderes visitar o maior número de museus todos num dia ou em 2 dias, o que não é muito prático para quem gosta de seguir um roteiro, e ir descobrindo a cidade pouco a pouco, zona a zona.

Deixo que sejas tu a decidir se é vantajoso, tendo em consideração toda a informação presente no site oficial do Lisboa card. Se o quiseres usar, o teu roteiro terá de ser preparado com ele em foco, para ser vantajoso!

Se eu fiz o Lisboa Card na minha visita mais recente a Lisboa? Sim, e poupei imenso, apesar de também ter gasto imenso! 😀 Eu queria visitar muito bem Lisboa!

Excursões para visitar Lisboa e arredores

Excursões para visitar Lisboa:
- Passeio de barco ao pôr do sol com DJ e bar aberto
- Excursão turística de 1,5h em veículo anfíbio em Lisboa
- Visita Guiada por Lisboa
- Lisboa: Passeio privado de Tuk tuk
- Lisboa: Tour pelo Estádio da Luz e entrada no Museu do SL Benfica
- Lisboa: História, Estórias e Estilo de Vida Walking Tour
- Excursão gastronómica com 18 degustações no bairro de Alfama
- Lisboa: cruzeiro turístico pelo rio Tejo
- Lisboa: Espetáculo de Fado e Vinho dentro das Muralhas Medievais
- Aula de Pastel de Nata em Lisboa
- Lisboa: Pub Crawl com bar aberto e entrada no clube VIP

Excursões para visitar os arredores de Lisboa:
- De Lisboa: Sintra, Pena, Regaleira, Cabo da Roca e Cascais
- De Lisboa: Fátima, Nazaré, Batalha e Óbidos
- De Lisboa: Experiência de Kayak em Sesimbra
- De Lisboa: Passeio de barco para observação de golfinhos
- Excursão de degustação de Vinhos na região de Setúbal
- Excursão ao Algarve a partir de Lisboa
- Excursão a Évora a partir de Lisboa
- Excursão a Tomar e ao Castelo de Almourol

Boa viagem! Qual destas Igrejas de Lisboa é a tua preferida? 😉 Diz-me nos comentários!

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